Como reorganizar as finanças pessoais e evitar o endividamento

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Planejamento e disciplina são fundamentais para manter equilíbrio financeiro em tempos de alta nos preços

Com a inflação pressionando o custo de vida e os gastos típicos do fim de ano, muitos brasileiros entram no novo ciclo com dívidas acumuladas. Especialista alerta que a solução passa por planejamento e mudança de hábitos. 

Para Alessandra Santana Camargo, coordenadora dos cursos de gestão da Estácio, o primeiro passo é conhecer a própria realidade financeira. “É preciso mapear todas as receitas e despesas para entender onde está o desequilíbrio. Sem esse diagnóstico, qualquer tentativa de ajuste será superficial”, afirma. 

A especialista recomenda definir metas claras, como quitar dívidas prioritárias, criar uma reserva de emergência e estabelecer limites para gastos não essenciais. “Ferramentas digitais e aplicativos gratuitos podem ajudar a acompanhar o orçamento e manter disciplina”, explica. 

Quando o problema são dívidas acumuladas, Alessandra orienta buscar negociação com credores. “Ignorar a situação só aumenta os juros e compromete ainda mais o orçamento. Negociar prazos e taxas é a melhor forma de recuperar o controle”, destaca. 

Além do ajuste imediato, a coordenadora reforça que educação financeira é um investimento em qualidade de vida. “Planejar o uso do dinheiro reduz estresse, aumenta a autonomia e abre espaço para realizar projetos pessoais. É um processo contínuo que traz resultados duradouros”, conclui. 

 

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